Voltei do barroco nisto que é o vai-e-vem da minha vida. E agora, retornando ao meu PC encontro este texto… Ele fala que de clique em clique, cheguei ao fabuloso Zdzislaw Beksinski. Cai de joelhos, mas tão logo me levantei tive que concordar com o Lomão: a música de Zibgniew Preisner exerceu sim um efeito retórico poderoso na apresentação das imagens. Fiquei obcecada para consegui-la, sem sucesso. Apenas descobri que é dele as trilhas de The Secret Garden e Trois Couleurs – Bleu, que de pronto baixei sem ainda conseguir o que queria. Assim, como quem não tem cão caça com gato, resolvi lançar mão de Syd Barrett (e que gato!).
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Sempre aviso quando vou fazer uma coisa infantil, como um prefácio do episódio, para lembrar a todos que eu sei que é infantil e não dou a mínima. Para avisar minha idade e que enquanto eu tiver saúde ela não vai me limitar a nada (com exceção da saia curta, do top e da chapinha no cabelo). Então lá vai uma coisa imatura: eu não sei viver sem minhas meninas.
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Mas tem um método que sempre adianta, embora seja muito difícil. É ver estes filmes novos, naturalistas, que ficam na sua cabeça por dias e ressuscita toda a porra das figurinhas. E elas ficam ali vivendo com tanta força que te transformam num personagem.
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1993 – um belo dia resolvi mudar e fazer tudo que eu queria fazer. Me libertei daquela vida vulgar, parei de sofrer com despedida e aprendi que quem parte não leva nem o sol nem as trevas.
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Se na vida que rola na prática amarguei o fim de semana do desencontro, nas atividades hedonistas fui testemunha de memoráveis encontros. Como vocês viram (ou não), citei um no post passado. Agora vou falar de outro encontro no melhor estilo quadrilha: era uma vez Antony, que encontrou Lou, que encontrou Candy, que encontrou Deus (ou o diabo).
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Mas não é possível! Achei Mind Games e Ballrooms Of Mars muito parecidas. Fiz um download pra vocês me dizerem se é só mais um surto da minha esquizofrenia musical ou se realmente faz sentido.
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Aproveitando o astral rock de coroa, mas bem mais pianinho, arrastei Bron-Y-Aur Stomp, That’s The Way e Tangerine. Contudo, não podia deixar de fora a menos comportada (love forever, meus tempos de faculdade), Celebration Day. Posso sentir o mesmo frisson de quando a distribuidora descarregava as caixas de cerveja na $audade$ da Mamãe. Sim, Friends. Immigrant Song, amigos desta época todos espalhados pelo mundo… Não posso por o Led Zeppelin III todo porque se não quatro gigas fica pouco…
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Eu não sei de quem foi a idéia ou paciência de postar 1001 downloads. Eu disse: MIL E UM DOWNLOADS de uma vez! Mas imagino que ou é um puta obsessivo caridoso ou um baita anarquista heróico que merece aqui os meus aplausos. Em tempos de ameaças por parte da indústria fonográfica e de pseudo-artistas contra a livre contemplação musical na internet, o site nobrasil.org divulgou a lista (hahaha) dos 1001 DISCOS PARA OUVIR ANTES DE MORRER com respectivos downloads. Qualquer semelhança com o livro de mesmo nome, não é mera coincidência.
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Baseada na série de livros Southern Vampire, de Charlaine Harris, True Blood fala sobre a co-existência de vampiros e humanos num Estados Unidos tão democrático e politicamente correto que é capaz de garantir direitos civis até aos vampiros. Claro, tudo graças à tecnologia japonesa que inventa o sangue sintético ou chamado true blood. Contudo, como de boas intenções o inferno está cheio, é só a adorável caipira virgem, garçonete nas horas vagas e telepata em tempo integral, Sookie Stackhouse (Anna Paquin) se apaixonar pelo vampiro Bill Compton (Stephen Moyer), para toda uma série de preconceitos e demagogias virem à tona.
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A banda Plataforma C manda avisar que está com novo site na área. Depois de serem super mal encaixados no Tudo é Jazz, os meninos (sim, quem brinca de arte é sempre menino) entenderam a importância de dar as caras na World Wide Web. Passa lá, confiram e vejam se gostaram. Ou, se preferir, logo aqui em baixo, veja o vídeo no Teatro da Cidade, em Belo Horizonte. O Fernando é mal humorado, mas toca bem. Confiram por vocês mesmos. José Carlos: Salve simpatia! Very fofo pra xuxu!
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Estou deixando de acreditar em Deus.





